quinta-feira, 26 de março de 2009
Escola Básica N. 5.Chaves
É, apenas, mais uma parte da nossa escola onde não faltam espaços para brincar, conviver e estudar.
Qual deles o mais importante?
Decerto, todos eles, uma vez que o crescimento de todos e cada indivíduo / PESSOA se faz conjugando os aspectos que lhes subjazem.
No primeiro está patente um direito inalienável de cada criança, jovem, ou adulto.
Sim, porque os adultos também brincam. Se o não fazem deveriam fazê-lo, não só pelo prazer que isso nos traz, mas, e principalmente, pelo bem-estar interior que nos vai oferecer.
Para além disso, há toda uma forma de estar bem mais saudável, bem mais agradável, de poder transmitir às nossas crianças e jovens, aos nossos filhos e netos, maneiras de ser, de estar, de conviver, de aprender que nos levaria a sermos bem mais felizes.
Tentemos fazer isso, começando pela FAMÍLIA: Casa do AMOR, continuemos na ESCOLA: Casa dos AFECTOS, sigamos para o nosso Bairro, a nossa Comunidade mais próxima e, todos juntos, construiremos uma SOCIEDADE bem mais solidária, bem mais justa, bem mais atenta a nós própiros e aos outros.
Afinal não foi para isto que nos transmitiram a VIDA? ... Que nos criaram?...
Ficam as questões para querermos responder.
Voltaremos, com pontos mais concretos. Um abraço, Isaura
sexta-feira, 20 de março de 2009
EscolaBásicaN.1.Chaves
A Escola de Casas dos Montes, tal como nos habituámos a considerá-la, está contemplada, na verdade, com espaços educativos especiais e específicos que nenhuma das outras escolas de maior estrutura física possui.Para além do espaço exterior de que iremos dando conta mais tarde, de um envolvimento muito vantajoso, possui um bloco onde funcionam quatro salas de aulas, um polivalente que está incumbido de funções múltiplas.
Entre muitas das actividades colectivas a que já assistimos e em que participámos, mais ou menos activamente, destaca-se uma delas, a primeira: A Festa de Natal. E, ainda que nos possa parecer fora de época, não o será assim tanto, se nos situarmos nas razões que nos levaram, que nos obrigaram a, só nesta altura, podermos entrar em acção directa. E, foram muitas. Talvez não possamos entrar em pormenores, tanto quanto desejávamos. As circunstâncias são várias. Não fosse tal, estaríamos em presença constante, o que nos perece impossível, quando os deveres imediatos superamcima todo e qualquer acontecimento. Impossível, portanto.
Acredite-se. Ainda que lamentemos profundamente, porque o tempo urge e os acontecimentos bons têm sido em tal número que, nem que nos puséssemos em acção todos os dias, não conseguiríamos «dar conta do recado» tais as exigências com que sempre pautámos a nossa passagem pela educação e que nos esperam a cada momento.
Iremos deixar, não obstante, sempre que pudermos e acharmos oportuno, depoimentos que têm marcado, muito poisitivamente, este percurso que tanto nos custou a aceitar, no seu início.
Acreditamos, piamente, que as situações de felicidade compensam e compensarão os momentos de menor sucesso transformando-o nesse sucesso total que estamos vivendo.
Os espaços e os tempos se encarregarão de demonstrar as razões que nos impelem a pensar desta maneira.
Voltaremos, em breve. Até lá, um abraço, Isaura.
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Espaços Educativos
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